
Com o objetivo de melhorar a qualidade do atendimento e do acompanhamento clínico dos pacientes na Atenção Primária à Saúde, aproximadamente 80 profissionais de saúde de Araçatuba participaram de uma capacitação de atualização sobre chikungunya.
A atividade foi promovida nos dias 26 e 27 de março (quinta e sexta-feira) pela Secretaria Municipal de Saúde de Araçatuba e integra uma das estratégias adotadas para fortalecer a assistência diante do aumento de casos suspeitos e confirmados da doença. A capacitação incluiu a atualização de dados e organização dos fluxos assistenciais.
Médicos, enfermeiros e gerentes das UBSs (Unidades Básicas de Saúde) participaram do encontro, realizado no UniSALESIANO. A capacitação foi ministrada pela diretora da Vigilância Epidemiológica, Priscila Cestaro, e pela diretora do Grupo de Vigilância Epidemiológica, Milene Ura.
A capacitação faz parte de um conjunto de ações de educação permanente para qualificar as equipes que atuam na atenção primária, com foco no manejo e atendimento de casos de chikungunya.
Ao fortalecer o preparo dos profissionais, a instituição busca aprimorar a identificação precoce, o cuidado adequado e o acompanhamento dos pacientes, contribuindo para uma assistência mais resolutiva e segura à população.
Sintomas
Os principais sintomas da doença são febre alta (acima de 38,5°C), dor muscular, dor de cabeça, cansaço extremo e manchas vermelhas na pele. Diferentemente da dengue, a chikungunya ataca também as articulações, causando dores intensas que podem persistir por meses.
Segundo boletim epidemiológico divulgado na sexta-feira (27), Araçatuba registrou, desde o início do ano, 191 casos da doença e duas mortes. Os bairros com maior número de ocorrências são: Paraíso, com 20 casos; Novo Paraíso (11); São Joaquim (7), Jardim Brasil (7) e Dona Amélia (7).


